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Previsão do tempo em Belém traz sol, nuvens e calor neste domingo
Previsão do tempo em Belém aponta sol, muitas nuvens e temperaturas entre 25ºC e 35ºC neste domingo. Confira detalhes.
A meteorologia indica um domingo com variações típicas na capital paraense. A previsão do tempo em Belém aponta predominância de sol entre muitas nuvens ao longo do dia, alternando com períodos de céu nublado para os moradores da região.
As temperaturas na capital do Pará continuam elevadas, refletindo o clima quente característico da área. Os termofixos registram máxima de 35ºC, enquanto a mínima prevista é de 25ºC, exigindo atenção com a hidratação e proteção solar.
Comportamento do clima ao longo do dia
Durante o período da manhã, o sol aparece acompanhado por muitas nuvens no céu belenense. O cenário se mantém semelhante durante a tarde, sem indicativos de chuvas expressivas para estas faixas horárias na cidade.
À medida que o dia avança para a noite, a nebulosidade ganha ainda mais força. A cobertura de nuvens permanece constante, mas a ausência de precipitação garante estabilidade no clima noturno da região metropolitana.
Panorama para a segunda-feira e próximos dias
Para o início da semana, a tendência climática aponta mudanças leves no horizonte meteorológico. Nesta segunda-feira (26), a previsão indica sol com algumas nuvens, mantendo a expectativa de tempo firme e sem chuvas.
As informações divulgadas são fornecidas pela Climatempo e orientam o planejamento da população local para os próximos dias. A estabilidade atmosférica predomina no município paraense, sem alertas meteorológicos severos para o período.
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Pesquisas e atos de rua marcam reta final do segundo turno em 2026
Pesquisas recentes e grandes atos de rua marcam a reta final da disputa eleitoral de 2026 nas principais capitais do país.
A disputa eleitoral de 2026 entrou em sua fase mais intensa neste final de semana, mobilizando eleitores em diversas regiões do país. Com a proximidade da votação, institutos de pesquisa divulgaram novos levantamentos detalhando o cenário de preferência do eleitorado, enquanto as campanhas concentraram esforços em grandes atos públicos nas principais capitais brasileiras.
movimentação de campanha nas capitais
Candidatos à presidência e a governos estaduais realizaram carreatas, comícios e caminhadas para tentar conquistar os votos indecisos. Em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte, palanques reuniram apoiadores na véspera do segundo turno. A estratégia buscou demonstrar força política e mobilizar militâncias nos maiores colégios eleitorais do território nacional, refletindo a polarização característica deste pleito.
Os eventos públicos contaram com forte esquema de segurança e contaram com a presença de lideranças partidárias locais e nacionais. A disputa pelo voto corpo a corpo ganhou destaque nos últimos dias de campanha, período em que os candidatos tentam consolidar suas bases e ampliar o alcance de suas propostas econômicas e sociais.
cenário apontado por datafolha e quaest
Paralelamente às manifestações de rua, a divulgação de novas rodadas de pesquisas de intenção de voto pelos institutos Datafolha e Quaest trouxe um panorama detalhado sobre o comportamento do eleitor. Os levantamentos segmentaram os dados por critérios como região, gênero, faixa etária, renda, religião e identificação política, permitindo uma análise aprofundada das bases de apoio de cada candidatura.
Os números apresentados serviram para orientar as estratégias de reta final dos comitês de campanha, que passaram a direcionar mensagens específicas para públicos considerados decisivos para o resultado das urnas. A flutuação nos percentuais manteve o clima de expectativa entre eleitores e analistas políticos.
expectativa para o dia da votação
Com o encerramento da propaganda eleitoral obrigatória e o fim dos comícios, a atenção se volta agora para a organização logística da votação e para a atuação da Justiça Eleitoral. A apuração dos votos no domingo definirá os rumos políticos do país e dos estados em disputa para os próximos anos.
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Pastor é condenado pela Justiça do Pará após relacionar autismo a influências demoníacas
Justiça do Pará condena pastor ao pagamento de indenização por relacionar autismo a forças espirituais durante pregação.
O Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJPA) condenou o pastor Washington Luís Araújo Almeida ao pagamento de R$ 50 mil por danos morais coletivos. A decisão, proferida de maneira unânime pela 2ª Turma de Direito Público do tribunal, decorre de declarações proferidas pelo líder religioso durante um culto em que ele associou o Transtorno do Espectro Autista (TEA) a influências espirituais malignas.
O fato ocorreu no município de Tucuruí, localizado no sudeste paraense, e ganhou repercussão após a transmissão do evento religioso em plataformas digitais. O Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) recorreu da decisão de primeira instância, que havia rejeitado a ação inicial, garantindo a reformulação do entendimento pela segunda instância da Corte estadual.
Discurso em culto religioso provocou reação de famílias
As declarações do pastor foram proferidas no dia 12 de julho de 2024, durante o evento oficial de celebração dos 90 anos da Igreja Evangélica Assembleia de Deus no município. Durante o discurso transmitido ao vivo, o religioso afirmou que o diabo estaria agindo no ventre materno e atribuiu o crescimento dos diagnósticos de autismo à ausência de proteção espiritual das mães.
A difusão do vídeo gerou imediata indignação entre moradores e entidades que defendem os direitos das pessoas neurodivergentes na região. Mães e familiares de pessoas com TEA procuraram o Ministério Público para relatar o receio de que as falas do pastor intensificassem episódios de preconceito, estigmatização social e discriminação em ambientes comunitários e escolares.
Limites da liberdade religiosa na avaliação da Justiça
Na decisão originária, proferida pela 1ª Vara Cível e Empresarial de Tucuruí, o pedido do Ministério Público havia sido julgado improcedente. O magistrado de piso considerou que, embora as afirmações fossem ofensivas e carecessem de qualquer embasamento científico, o discurso estaria protegido pelo direito constitucional à liberdade de expressão e manifestação religiosa.
Entretanto, ao apreciar o recurso, a relatora do processo no TJPA, desembargadora Luzia Nadja Guimarães Nascimento, destacou que a liberdade de crença não possui caráter absoluto e não pode sobrepor-se à dignidade e aos direitos fundamentais de terceiros. A magistrada enfatizou que associar uma condição neurológica à ação demoníaca promove a culpabilização das famílias e incita condutas preconceituosas na sociedade.
Decisão judicial reforça proteção legal a pessoas com autismo
Em sua fundamentação jurídica, o tribunal ressaltou que as pessoas com TEA são expressamente reconhecidas e protegidas como pessoas com deficiência na legislação brasileira. A relatora ponderou que, na esfera da responsabilidade civil coletiva, não é exigida a comprovação da intenção direta de discriminar para que o dano social e moral seja configurado.
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Justiça garante passe livre nacional a ribeirinhos e quilombolas no segundo turno
Justiça Federal amplia transporte gratuito para quilombolas e ribeirinhos no segundo turno das eleições em todo o país.
A Justiça Federal ampliou, nesta sexta-feira (23), a decisão que obriga a União a garantir transporte gratuito e alimentação para eleitores em regiões de difícil acesso. A medida, que inicialmente contemplava povos indígenas, passa a beneficiar também quilombolas, ribeirinhos, extrativistas, pescadores artesanais e famílias assentadas em todo o território nacional para o segundo turno.
A determinação atende a uma solicitação formal do Ministério Público Federal, que ajuizou uma ação civil pública com o objetivo de assegurar o direito fundamental ao voto a populações historicamente marginalizadas pela distância geográfica. O pleito decisivo está marcado para este domingo (25), exigindo uma logística complexa para transpor barreiras geográficas em estados como o Pará e outras regiões do país.
Plano de ação e articulação institucional
Para cumprir a determinação judicial no prazo de 24 horas, a Justiça homologou um plano de operação apresentado pelo governo federal. A estratégia envolve a cooperação direta entre órgãos federais, as Forças Armadas e a Polícia Federal, que atuam em conjunto com prefeituras municipais e a Justiça Eleitoral.
A mobilização busca estruturar rotas fluviais e terrestres para garantir que moradores de áreas isoladas consigam chegar aos locais de votação a tempo. A Advocacia-Geral da União foi procurada para se posicionar sobre a execução das medidas, mas não retornou até o fechamento desta reportagem.
Reembolso e despesas das comunidades
Diante da escassez de tempo para a disponibilização imediata de frotas e embarcações oficiais antes do pleito, a Justiça autorizou o ressarcimento financeiro de despesas custeadas pelas próprias comunidades e associações locais.
- Gastos com combustíveis para veículos e barcos
- Aluguel de embarcações e automóveis de tração
- Alimentação e hospedagem durante o trajeto
- Contratação de tradutores para línguas originárias
A comprovação dos gastos poderá ser realizada de maneira simplificada por meio de declaração assinada pelas lideranças locais, juntamente com recibos ou registros fotográficos. Os pagamentos serão processados por meio de Requisição de Pequeno Valor após a validação oficial.
Desafios logísticos e abstenção forçada
A ação foi protocolada na Justiça Federal em Belém após o registro de barreiras severas durante o primeiro turno, marcado por longas distâncias, ausência de suporte linguístico e o voto dificultado pela seca dos rios. No Pará, grupos como os Araweté, Arara e Munduruku relataram trajetos extensos sem apoio logístico do Estado.
O descumprimento injustificado das determinações acarretará multa diária de R$ 1 milhão à União. O MPF também requer a criação de um plano nacional permanente de acessibilidade eleitoral para os próximos pleitos.
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